Espiritual Archaeology

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Leitura mediúnica de artefatos arqueológicos

Através da ampla compreensão dos textos sagrados da espiritualidade, alguns elementos são fundamentais para efetuar as famosas leituras mediúnicas dos artefatos arqueológicos.

É possível um médium identificar elementos históricos no traço energético residual de utensílios usados no passado?

Veja a explicação do físico quântico Prof. Hélio Couto:


Portanto, é possível que a glândula pineal, quando iluminada e lubrificada através dos seus cristais de apatita, capte imagens sobre qualquer peça, casarão, estrutura e qualquer outra manifestação material arqueológica.

O processo é simples, uma vez ultrapassado o bloqueio dimensional do materialismo cético e ortodoxo.

Essa é a grande questão, a maioria dos materialistas clássicos, não se colocam no debate sobre a emanação da energia na matéria, nem mesmo sobre o registro histórico de qualquer assunto que aborde informação não-empírica.

Outra questão interessante, é que a espiritualidade sempre foi um tabu muito expressivo na Arqueologia. Os espiritualistas, que trabalham nesse campo do conhecimento, preferem ficar com os pés no chão e estudar a espiritualidade indígena e as manifestações desta espiritualidade nos seus artefatos... e ponto.

Contudo, um grande número de pesquisadores tem atuado firmemente na questão da espiritualidade voltada à interpretação do registro arqueológico.

Ernesto Bozzano foi o primeiro cientista espírita que estudou a psicometria a fundo e escreveu o clássico "Os enigmas da psicometria", cujo link segue a baixo:


Trata-se de uma obra pioneira no estudo do toque mediúnico e na leitura dos médiuns e videntes sobre as peças de museus e artefatos arqueológicos.

Os resultados são impressionantes quando comparados com as conclusões dos próprios pesquisadores.

O estudo aponta que, na verdade, os cientistas que estudaram as peças dos museus descreveram reflexos de si mesmos como resultados de suas pesquisas.


Quando exposta a leitura mediúnica, em ambiente controlado, principalmente através das pesquisas de William Crookes, o inventor da lâmpada de Raio X, e a manifestação do espírito de Kate King, um artefato arqueológico revelou por si mesmo a sua história através de uma malha energética plasmada no objeto.

O nosso olho conceitual é o principal culpado por não conseguir observar esse "fluxo" histórico que emana naturalmente do artefato.

A fotografia Kirlian registra essa emanação que pode vibrar nas cores azul, verde, vermelho e tons amarelados.

É a frequência que vibra o artefato. Unida a sintonia dos médiuns, que revela uma bela e interessante história que não se restringe ao artefato em si, mas associada á todas as pessoas que estiveram envolvidas emocionalmente àqueles objetos. Guardado nos museus, os artefatos resguardam a sua energia, mas mantém o seu gigantesco potencial informativo para médiuns no mundo inteiro.

Os detetives psíquicos fazem leituras mediúnicas todos os dias.

Com excelentes resultados.

Lembrando que, segundo Allan Kardec, todos somos médiuns, então, ninguém é privilegiado nessa questão, é o caminho espiritual e o caráter que contam no momento de olhar um objeto.

E de fato, como já presenciamos, o exemplo da publicação de um artigo de uma colega que estava em depressão. A colega cética e materialista, estava passando por uma má fase em sua vida. E mesmo assim publicou um artigo científico sobre um conjunto de artefatos do interior do Brasil. 

Como vocês podem imaginar, cada palavra de seu estudo sobre aquele conjunto de artefatos, mesmo que inconscientemente, conduzia à resultados trágicos daquela cultura que estudada. O resultado do seu estudo apontou que aquela cultura foi dizimada, exterminada, violentada e que no final dos anos de sua existência vivia em extrema miséria.

Ao comparar com alguns antropólogos, não precisaram muitos, já foi possível perceber que aquela mesma cultura pesquisada pela cientista tinha hábitos muito alegres, uma vida estável e saudável, jogos e criatividade eram os traços marcantes da cultura, que mantinha a ludicidade das crianças até a idade adulta, através de esportes e jogos tradicionais.

Resultado de imagem para jogos indígenas

Então, o olhar mediúnico tem muito a contribuir com os estudos arqueológicos. Lembrando mais uma vez, que a mediunidade também não é privilégio do espiritismo, é um fenômeno que existe em qualquer religião e qualquer caminho espiritual.

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