Espiritual Archaeology

Wellcome my dear friends!
Enjoy the archaeological thinking exercise... I'm glad to see you all here, if you like, please follow.






quinta-feira, 16 de junho de 2016

Os cincos elos que unem um espiritualista à cultura material

Os cinco elos que ligam espiritualidade à cultural material


Durante a expansão da mente, abertura do vórtex mediúnico e desbloqueio da terceira dimensão, o cientista lidará com formas de manifestação da opinião materialistas em diferentes graus. 



O movimento acadêmico materialista é empiricista e não admite nenhuma evidência que fora do campo das comprovações físicas associadas às manifestações da matéria.



Maya Lidded effigy container in the form of a diving god. | Andrew's Social Media

O espiritualista que estuda a cultura material vai na direção oposta. Está mais preocupado com a emanação do campo vibratório de um determinado artefato. É consciente do seu papel de "tradutor", sendo um fiel leitor psíquico (psicometria) da cultura material, tendo por base os textos da codificação espírita, os livros sagrados do budismo, e os pentateucos da alquimia "Nicolas Flamel, Paracelso, etc."



Primeiro elo: a originação



"A mente cria a informação, histórica ou não de um objeto, mas essa porém, não é nem a realidade do objeto, nem a da mente que observa. A mente contará uma estória, e o cientista que acreditar em sua mente irá publicar nos meios que achar conveniente para que os demais também acreditem."



Segundo elo: o artefato como centro



"Os objetos se farão representar por si mesmo, assim serão cobiçados equivocadamente, pois eles apenas resguardam uma energia residual dos acontecimentos. O fato histórico reside nos momentos intemporais da memória. Flutua livremente na lembrança dos Espíritos que idolatram o objeto, mas o artefato em si é apenas um objeto, nada mais."



Mayan polychrome figural urn, decorated with jaguars and skulls | Andrew's Social Media

Terceiro elo: o observador



"O arqueólogo, ao olhar um conjunto de artefatos, o vê com a mente repleta de conceitos acadêmicos e literários que acumulou através dos anos. A mente cheia do pesquisador ofusca o real corpo residual dos artefatos. Um olhar vazio, livre de preconceitos é a melhor escolha na análise que qualquer grupo de objetos históricos." 



Quarto elo: ponto de vista



"Ao estudar o passado, todo o ser humano, existe uma tendência natural de julgar e comparar. No campo espiritual é impossível comparar eventos e fatos que ocorreram em psicosferas distintas, é a ignorância manifesta. A mente embaralha e mistura os eventos, associado a eles os objetos. Esse pensar saber é uma forma de presunção, sem levar em consideração a cultura e o conjunto de significados que acolheram aqueles objetos no passado."



Princess of Ukok mummy with tattoos from the Pazyryk culture, Russia. | Andrew's Social Media

Quinto elo: a sabedoria do não-saber



"Ao lidar com monumentos históricos é coerente a precaução do não-saber ou do conhecer parcial. É quando adotamos uma postura de dúvida e incerteza sobre a trajetória dos artefatos e dos sítios arqueológicos, por que no campo vibratório, mergulhado no éter, não temos como conhecer as minúcias da vida de um objeto histórico, a não ser pela energia que emana." 



Exemplo 1: ponta da lança que perfurou o corpo de Jesus - tomada como sagrada - sua energia, porém, emana a vibração de centenas de mortes e batalhas.



Exemplo 2: Papa Pio XII abençoou um canhão de Hitler na II Guerra Mundial, o canhão, depois da benção emperrou e não disparou. Emana uma energia de ignorância, engano e delusão. 



Exemplo 3: máscara usada por Jason, no filme Sexta-Feira 13, até hoje emite vibrações de medo no museu do cinema em Los Angeles.