Espiritual Archaeology

Wellcome my dear friends!
Enjoy the archaeological thinking exercise... I'm glad to see you all here, if you like, please follow.






sábado, 6 de março de 2010

Inteligência Competitiva na Arqueologia



Como vender conhecimento arqueológico? Ou não está a venda?! Tudo bem. Sou arqueólogo porque me sinto um, me venderam a idéia de ser arqueólogo. As pessoas deveriam expressar mais, sentir mais, falar numa linguagem mais humana. Venderiam mais. Nossos livros estão cheios de jargões, por quê? Garanto, não vão deixar de ser científicos os que hoje são marcianos (livros).

Imagine uma biblioteca. Estantes de filosofia, geografia, história e de repente você se depara com uma cena louca. Pessoas acumuladas aos milhares com a barriga esfregando na madeira do balcão "passando as vistas" nos livros de auto-ajuda. Bom, não tinha livros de Arqueologia, os que existiam falavam sobre as pirâmides, adivinha de onde?

Bom, ser competitivo é ser criativo, capturar estas idéias e inovar no mercado. Como se faz isso? Invente. Limites na Arqueologia, não vejo nenhum. Procure, encontre, estude e preserve. Insira isso nas tendências do nosso seguimento e... katibumba!!! Eis uma Arqueologia moderna.



Está me achando meio louco, não é? Se pensa assim agora, imagina quando ver os meus planos de marketing viral... e tudo com o conhecimento arqueológico. Para especular mercado é preciso faro. Percepção. Equipes buscam inteligências individuais para formar um tabuleiro de formas. É preciso mudar. Receitas prontas não existem. Ah, vale lembrar que vai mais longe quem tem um propósito e que quando uma coisa na vida termina, outra começa no lugar.

Estar ciente de sua inteligência competitiva é sangrar por ideais, preservar valores, seguir em frente. Quer vender mais? Fale pouco, faça mais. A produtividade não permite fracos, precisamos de leões, não de ovelhas.

Você é um arqueólogo competitivo? Até aonde você iria para alcançar os seus objetivos científicos? Faria isso com ética?

Se lerem, comentem, o espaço é nosso.
Abraços,

Marlon Pestana